Moderna

Moderna

Introdução

A pedra, carregada de um valor cerimonial e mágico para o povo galego desde as suas origens, utilizou-se na Idade Moderna em conjuntos excepcionais que, dado o seu valor simbólico, deveriam perdurar sem o tempo apagar a sua memória. Assim, a pedra passou a ser um material reverencial ao qual não renunciaram nem a Coroa, nem a Igreja, nem a fidalguia nos seus projectos, e muito menos o povo, que a utilizou nas suas casas, nas capelas, nos limites das suas herdades, nos cruzeiros, nas fontes, arrancando dela toda a sua expressividade.

Santa Maria Madalena

Atelier de João Ruão
1550-1557

Museo Pio XII, Braga (Portugal)

Escultura de Madalena, realizada em calcário ou “pedra de Ançã”, atribuída ao atelier conimbricense de João de Ruão, que mostra a santa convertida numa dama da época, ricamente vestida, levando uma caixa de unguentos nas suas mãos, que simboliza o unguento usado no corpo de Cristo.

Moderna

Introdução

A pedra, carregada de um valor cerimonial e mágico para o povo galego desde as suas origens, utilizou-se na Idade Moderna em conjuntos excepcionais que, dado o seu valor simbólico, deveriam perdurar sem o tempo apagar a sua memória. Assim, a pedra passou a ser um material reverencial ao qual não renunciaram nem a Coroa, nem a Igreja, nem a fidalguia nos seus projectos, e muito menos o povo, que a utilizou nas suas casas, nas capelas, nos limites das suas herdades, nos cruzeiros, nas fontes, arrancando dela toda a sua expressividade.

A Medicina

Claude Laprade
1702

Museu Nacional Machado de Castro, Coimbra (Portugal)

A alegoria da Medicina faz parte de um grupo de esculturas que a Universidade de Coimbra incumbiu a Claude Laprade, escultor francês estabelecido em Portugal que introduziu no país o barroco à maniera italiana. A influência é marcadamente berninesca, tendo triunfado com João V no Palácio de Mafra.

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A pedra, carregada de um valor cerimonial e mágico para o povo galego desde as suas origens, utilizou-se na Idade Moderna em conjuntos excepcionais que, dado o seu valor simbólico, deveriam perdurar sem o tempo apagar a sua memória. Assim, a pedra passou a ser um material reverencial ao qual não renunciaram nem a Coroa, nem a Igreja, nem a fidalguia nos seus projectos, e muito menos o povo, que a utilizou nas suas casas, nas capelas, nos limites das suas herdades, nos cruzeiros, nas fontes, arrancando dela toda a sua expressividade.

Fragmento de altar pétreo

Finais do século XVI

Igrexa de San Salvador de Vilar de Donas,
Palas de Rei (Lugo)

No Renascimento e no Barroco, o retábulo, retro tabula altaris, foi concebido como uma máquina disposta para o Sagrado, tendo-se tornado num lugar privilegiado para representar os Mistérios Sagrados e plasmar a doutrina cristã, adquirindo um valor catequético inquestionável, à margem de serem realizados em pedra ou em Madeira. O fragmento do retábulo de São Salvador de Vilar de Donas representa um belo expoente desses retábulos pétreos com um marcado sentido cristológico e eucarístico que nos recorda as formas do início do século XVI.

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A pedra, carregada de um valor cerimonial e mágico para o povo galego desde as suas origens, utilizou-se na Idade Moderna em conjuntos excepcionais que, dado o seu valor simbólico, deveriam perdurar sem o tempo apagar a sua memória. Assim, a pedra passou a ser um material reverencial ao qual não renunciaram nem a Coroa, nem a Igreja, nem a fidalguia nos seus projectos, e muito menos o povo, que a utilizou nas suas casas, nas capelas, nos limites das suas herdades, nos cruzeiros, nas fontes, arrancando dela toda a sua expressividade.

Relevo da Virgem com o Menino

Anónimo
Segunda metade do século XVI

Museo Diocesano e Catedralicio de Lugo

Este relevo da Virgem com o Menino demonstra a influência que as formas miguelangelescas de Gaspar Becerra, Pedro de Arbulo e Esteban Jordán tiveram na escultura galega, principalmente em Lugo e em Ourense, mais próximas a Astorga. Apesar do seu pequeno tamanho, trata-se de uma obra com uma grande força expressiva.

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A pedra, carregada de um valor cerimonial e mágico para o povo galego desde as suas origens, utilizou-se na Idade Moderna em conjuntos excepcionais que, dado o seu valor simbólico, deveriam perdurar sem o tempo apagar a sua memória. Assim, a pedra passou a ser um material reverencial ao qual não renunciaram nem a Coroa, nem a Igreja, nem a fidalguia nos seus projectos, e muito menos o povo, que a utilizou nas suas casas, nas capelas, nos limites das suas herdades, nos cruzeiros, nas fontes, arrancando dela toda a sua expressividade.

Relevo da Crucificação

Anónimo
Séculos XVII-XVIII

Museo Catedralicio e Diocesano de Mondoñedo (Lugo)

Esplêndido relevo de mármore com o tema da Crucificação que evidencia a influência das gravuras na composição da cena e da arte italiana na execução da obra. Narra o momento da morte de Cristo, quando o centurião com a sua lança lhe atravessa as costas e o Bom Ladrão vira os seus olhos para o Salvador, enquanto São João e as mulheres consolam Maria. Deus Pai abençoa a cena desde o cimo, sentado num trono de nuvens e apoiado no mundo.

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A pedra, carregada de um valor cerimonial e mágico para o povo galego desde as suas origens, utilizou-se na Idade Moderna em conjuntos excepcionais que, dado o seu valor simbólico, deveriam perdurar sem o tempo apagar a sua memória. Assim, a pedra passou a ser um material reverencial ao qual não renunciaram nem a Coroa, nem a Igreja, nem a fidalguia nos seus projectos, e muito menos o povo, que a utilizou nas suas casas, nas capelas, nos limites das suas herdades, nos cruzeiros, nas fontes, arrancando dela toda a sua expressividade.

Fachada do Obradoiro da Catedral de Santiago

Juan Esmorís García
1867

Arquivo da Catedral de Santiago de Compostela

Por ser muito conhecida, o traçado da fachada do Obradoiro não deixa de ser uma peça emblemática que simboliza o esforço comum de mestres de obra, escultores e pedreiros galegos que conseguiram fazer, da pedra fria e inerte, um pano de fundo para a Praça do Obradoiro que se tornou na exaltação do culto apostólico e da basílica compostelana.

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